Sustentabilidade



REFLORESTAMENTO

Quanto à obtenção de combustível para os fornos de fabricação dos seus produtos, a CERÂMICA VERMELHA também tem uma mentalidade preventiva com relação ao meio ambiente. Ela dispõe de um sistema de queima que se aproveita dos refugos de madeira e de pó de serra das serrarias circunvizinhas evitando, assim, o desmatamento de pequenas áreas para este fim. Trabalhamos hoje reaproveitando todos os resíduos sólidos e líquidos dentro do próprio processo produtivo.

Com a consciência voltada à sociedade e o bem-estar da mesma, a CERÂMICA VERMELHA prega a responsabilidade social como sua maior bandeira.
Nossa missão de colocar à disposição de nossos clientes os melhores produtos sem que para isso agridamos o meio ambiente é certamente uma constante em nossos trabalhos. Todos os setores trabalham para a melhor eficiência e aproveitamento dos recursos, evitando desperdícios, reaproveitando o que hora era lixo (no próprio processo), e desta forma colaborando com a natureza.

O SOLO

A curto prazo, a recuperação tem como objetivo o controle da erosão. A revegetação e correção dos níveis de fertilidade do solo. A natureza é o nosso bem maior, por isso a nossa empresa mantém essa política de preservação constante do meio ambiente.

A Médio prazo, a eliminação dos processos erosivos, o aparecimento da nova cobertura vegetal, a ativação dos processos de reestruturação das propriedades físicas e químicas do solo e início de reciclagem de nutrientes, vegetação e organismos vivos.
A longo prazo, a auto-sustentação dos processos de recuperação, o restabelecimento do novo equilíbrio do trinômio solo-planta-animal e uso futuro da área.

JAZIDAS

Em função de facilitar a recuperação da área minerada, provocar mínimas modificações no conjunto paisagístico, a CERÂMICA VERMELHA tem como regra de política de procedimento que: a profundidade máxima a ser alcançada nas cavas provenientes da extração não deverá exceder a 3,0 metros, a fim de que, com uma cava mais profunda do que esse limite, não se alcance o lençol freático e consequentemente acumule água subterrânea no interior das cavas. Uma vez que essa retenção pode ocasionar a proliferação de mosquitos e não deposição de materiais detríficos o que prejudicaria a recuperação da área. Para tanto também foram abertas canaletas interligando o centro da cava ao rio Inhamgapí, que se localiza contíguo e próximo.

Considerando uma espessura média de 0,30 m de capeamento composto de solo vegetal (húmus) na área de extração, serão produzidos 2.100 m3 desta capa na atividade. Essa camada, quando não é imediatamente recolocada na área, é convenientemente removido e estocado a ponto de manter suas características naturais de composição para posterior utilização na recuperação da área afetada pela lavra. Quanto ao reflorestamento nas cavas das jazidas, não há necessidade de um trabalho específico nestas áreas.A vegetação presente é inexpressiva devido ao período de “cheia” a que área de extração é submetida, por cerca de 120 dias no ano, e esse ciclo de seca e cheia inviabiliza o desenvolvimento de uma vegetação mais intensa e consistente.

Dedetizadora em Inhangapí